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Jorge Abu Jamra Neto - 1975



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A vida é um sopro... é rir e chorar.










A virtude deve desaparecer de novo e tornar-se inocência.










O homem não é o único a falar,
o universo fala, tudo fala, linguagens infinitas.











Um dia, me encontrou
Deu-me a mão
Buscando o infinito
E caminhou...

Mostrando passo a passo
A vida plena
O sentimento leve
O encontro perfeito

Um dia ela chegou
Em um caminho me acompanhou
Ensinando passo a passo
A arte do amor










O mergulho é sempre um risco.

Mergulhos Profundos

A pressão do inicio
Um novo meio, uma nova experiência
A dificuldade da novidade
O contato com a água me encharca
Me limpa do passado.
Meu caminho à tona

Sinto o cheiro do verde
Vejo os raios do sol
O calor começa me aquecer
Ondas me cobrem
O céu torna-se mais azul
Preparo os pulmões

O caminho esta traçado
O meio não mais importa
As bolhas me acompanham
Sei que estou subindo
A dura realidade do fundo some da vista
O futuro se anuncia


 

           Preserve a intuição...o que sobra é a vida!


Primeiros Sinais

 

Os primeiro sinais aparecem

São tímidos focos de luz

Na imensidão do horizonte

Já se vê um tímido alaranjado

Os sóbrios tons de cinza ficam na memória

As cores são expostas sorrindo

 

Na suave curva das montanhas

No reflexo das nuvens

No orvalho da grama

Tudo toma uma nova cor

A luz mostra o que estava lá

Triste, apagado e sem vida

 

Os sentidos sentem-se completos

As gamas são exploradas

A intensidade volta a reinar

O calor do dia, o cheiro das flores

O doce sabor da vida

A harmonia com o meio...equilíbrio

 

Para o ponto, tenho contra-ponto

Não ligo, vivo feliz

Agradeço o ponto e me sinto melhor

Olho a diante...vejo o belo

Anseio pelo caminho, sem pressa

Ponto a ponto as cores são reveladas



Escrito por Jorge Neto às 15h43




 

O Outro Lado

 

Entre uma lacuna e outra

Buscando a compreensão maior

Me deparo com a cova

Ainda vazia, escura

Com aspirações de grandeza

Do saber, do crescer...ser.

 

O outro lado não é novo

É inexplorado...

Não é mais nem menos

Simplesmente é...

Sentimento de vazio

Mais um sonho do ser

 

O Baú está dividido

A luz se espalha

O breu antes instalado

Foge covardemente

As formas são reveladas

A face negra não mais assusta

 

Dois falam agora

Não posso mais administrar

Tenho que entender

 

O Amor tem um irmão

Chamado Ódio

Como tantos outros irmãos

Brigam...Mas se amam

Precisam um do outro

Eu nunca ouvi o meu Ódio



Escrito por Jorge Neto às 16h44




Os sentidos me enganam

Cegam os sentimentos

Valores trocados

Perdas e desilusões

Sem rumo, sem porquês

Com a constante, pra que?

 

Sem a alma, sem a emoção

Tudo se perde, vazio

Busca material, buracos

Perda dos sentidos

O perene desconforto

A morte viva

 

As cores existem

Montanhas aguardam

As expressões da alma

O coração humano busca

A mente divaga, perde-se

A vida completa, fugaz

 

Procuro nos sentidos

Penso como humano

Busco na fé, humildade

Os sentidos ainda me enganam

Os ciclos ditam a regra

Os sentimentos estão apagados



Escrito por Jorge Neto às 09h26